quinta-feira, agosto 10, 2006

AMOR E SAUDADE

Tal como dantes, quando o sol fulgindo,
Purpureava as folhas do arvoredo
E sob a verde sombra ias sorrindo,
Embebida num sonho doce e ledo

Vejo ainda a tua boca entreabrindo,
Como um botão de rosa, quase a medo,
E eu, enlevado num encanto infindo,
Urdindo a teia de amoroso enredo.

Porem tão mal urdida foi a teia,
Que por fútil motivo desmancheia-a,
Destruindo assim a felicidade;

E, certo dia, de olhos no sol posto,
Vi já distante a forma do teu rosto,
Entre a moldura roxa da saudade.


Alberto de Aragão

17 Comments:

Blogger Bettina Perroni said...

Siempre es grato venir aqui y cultivarme un poco... gracias a ti, cada vez sé algo más sobre el mundo poético.

Besitos,

7:50 da tarde  
Blogger Luna said...

Por vezes as teias são tão fortes, que não chegamos á felicidade
beijos

8:58 da tarde  
Blogger M@ri@ said...

olá
xeguei aki nem sei komo
mas... gostei parabens
jokinhas doçes
anjo :-)

12:32 da manhã  
Blogger Anna D' Castro said...

Mais um belo poema de amor e saudade, esses nobres sentimentos que inundam as almas dos poetas.
Um beijão Manuel
Com carinho
Anna

5:10 da manhã  
Blogger alfazema said...

Um poema lindo, Manuel. Um homem que fala do amor, da saudade de uma forma fascinante.
Beijinhos

7:10 da manhã  
Blogger Sonhamos Contigo said...

Este comentário foi removido por um administrador do blogue.

6:56 da tarde  
Anonymous sensualidade de mulher said...

Lindo...

Beijo Sensual

6:58 da tarde  
Blogger Sandra said...

Muito bonito...

Beijocas

8:25 da tarde  
Blogger AZUL said...

Hermoso...un hombre cantando al amor..Manuel...gracias por compartir!!

Mil beijinos para ti;)

9:17 da tarde  
Blogger elkinha said...

amo estes poemas que postas!

9:46 da tarde  
Blogger ≈♥ Nadir ♥≈ said...

Que o sol seja o sorriso a dançar no teu rosto.
Bom fim de semana
Beijos

1:03 da manhã  
Blogger Luisa said...

O Alberto Aragão é um grande poeta. Pena foi ter perdido o seu Amor. Mas também se não fosse infeliz não era Poeta...

1:19 da manhã  
Blogger especiaria said...

o eu poético acusa o seu género masculino(sem qualquer dúvida). é uma pena que os homens não saibam urdir a teia e mantê-la, pois seriam felizes e fariam os seus amores felizes.
simpático o seu cantinho, visitarei mais vezes

3:04 da manhã  
Blogger Freyja said...

Manuel, hermoso poema regalas hoy dia
el amor verbo y sentimiento que logra alegrias y melancolias
besitos y un bello fin de semana
un abrazo grande



besos y sueños

7:32 da manhã  
Blogger rouxinol de Bernardim said...

Muito lindo! gostei!

9:51 da manhã  
Blogger Berenice said...

Amor, saudade e arrependimento num lindo e melancólico soneto. Gostei muito!

12:55 da manhã  
Blogger freefun0616 said...

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2:59 da tarde  

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