sexta-feira, setembro 05, 2008

SOLEDADE

Há muitas almas, nascidas
Em hora alegre e ditosa,
Que a vida passam, vestidas
De azul ou de cor de rosa.

Outras, porém, desgraçadas,
Da negridão do cipreste,
Nasceram já condenadas
Ao luto, que sempre as veste.

Fernandes Costa

28 Comments:

Blogger elvira carvalho said...

É uma dura verdade, e posta a nú num poema parece ainda mais dura.
Um abraço e bom fim de semana

9:23 da tarde  
Blogger Sandra Daniela said...

Verdades duras e reias,que parecem que nos dias de hoje parecem querer evidenciar cada vez mais...


beijinho e bom fim de semana

11:53 da tarde  
Blogger Renata Maria Parreira Cordeiro said...

Como se pode tornal tão bela a crua realidade? É preciso ser poeta mesmo. Pode ir tranqüilamente ao meu Blog, para apreciar o meu novo post, pois não pude pôr muitas coisas. Está mais curto. Conto com você.
Um abraço,
Renata
wwwrenatacordeiro.blogspot.com

3:08 da tarde  
Blogger Professora said...

Acabam as férias, é altura de voltarmos a visitar os nossos amigos virtuais. Um abraço

6:59 da tarde  
Blogger Fátima said...

Olá Manuel!
É verdade, infelizmente neste mundo cheio de injustiças, uns passam uma vida inteira a lutarem para nada terem e outros já nascem com tudo....
Essa é a mais cruel das realidades,

Deixo-te um beijo e um desejo de continuaçao de um excelente fim de semana.

11:19 da tarde  
Blogger Pelos caminhos da vida. said...

Através de outro blog, cheguei até aqui.
A mais pura realidade.

beijooo.

2:13 da manhã  
Anonymous Sônia said...

Taí! A mais pura verdade!

10:16 da manhã  
Blogger Renata Maria Parreira Cordeiro said...

Amigo:
Vc não sabe que eu estava prestes a fechar o meu Blog, devido a línguas maledicentes, e só não o fiz porque recebi a solidariedade dos amigos. De quebra, fiz novo post, mais ousado. Apareça, querido, vc será muito benvindo.
wwwrenatacordeiro.blogspot.com/
Um beijo,
Renata

6:33 da manhã  
Blogger São said...

Em poesia , a mais prosaica das realidades!
Tudo de bom.

1:28 da tarde  
Blogger kukilin said...

Hay quienes nacen con estrellas y otras nacen estrelladas.
Besitos Manolito♥

9:35 da tarde  
Blogger Alfazema Azul said...

Até me parecia António Aleixo. Belas quadras!Retratos de vida.
Sabes que a Alfazema Azul está de volta?

Beijinhos

Tem um bom dia!

10:56 da manhã  
Blogger SAM said...

Lindíssima poesia realista. Sensível questionamento sobre as disparidades da vida. Palavras verdadeiras. Creio que todos nós, fazemos esta reflexão contida nos versos do poeta Fernandes.



Beijo, amigo!

5:34 da tarde  
Blogger alma said...

Y la vida a veces nos pone del lado de unas, del lado de otras

7:41 da tarde  
Anonymous annadcastro said...

Oi Manuel! Há quanto tempo!!!
Há mais dum ano que mudei de Bairro e não consegui ainda que me instalassem a Internet em casa. Talvez no final do ano, talvez...quem sabe?
Tenho que frequentar Lan Houses (Cyber Café) e nem sempre é fácil publicar seja o que for. Muita gente que recorre a esse serviço e não há muito clima.
Vim fazer uma visitinha e como sempre está de parabéns.
Um beijo em teu coração.
Mais um ano que está na reta final... Mais um ano que estamos com mais 'mocidade acumulada'.
Dá notícias para meu e-mail: annadcastro@gmail.com
que esse eu vejo pelo menos 2xpor semana.
Até sempre. Adorei vir aqui matar saudades.
Anna

3:20 da manhã  
Blogger D. Maria e o Coelhinho said...

as fiferenças que acontecem neste mundo...


coelhinho

1:11 da tarde  
Blogger Ana R said...

Cuanta verdad hay en este poema.
Ya vuelvo...

Un abrazo

7:06 da tarde  
Blogger pin gente said...

desculpa a expressão: a primeira parte, é como nascer como o rabo virado para a lua.

beijo
luísa

9:05 da tarde  
Blogger Ángel Azul said...

Ciertamente es así. No todos nacemos con las mismas posibilidades en la vida.
Un abrazo

4:43 da manhã  
Blogger Renata Maria Parreira Cordeiro said...

Que poema bonito e ao mesmo tempo triste, meu amigo! Como muitos me incentivaram a não fechar o Blog, então fico, não sei até quando. O post que fiz hj é ainda maior do que de costume porque no fim o enchi de flores. Que cada qual pegue a sua e a leve de lembrança.
Um abraço,
Renata
wwwrenatacordeiro.blogspot.com

4:55 da manhã  
Anonymous Olhos de Mel said...

Oie lindo! Tenho sentido sua falta, viu?
Esses versos são triste e belos! Mas tão verdadeiros quanto a vida e a morte.
Bom final de semana! Beijos

4:06 da tarde  
Blogger Cöllyßry said...

Que verdade...Quantas nascem de luto e assim vivem uma e outra vida...

Foi bom voltar

Beijitos

9:49 da tarde  
Blogger Martinha said...

Pois é, nesta vida encontramos um pouco disso: gente que passa os dias da sua vida "à grande", e gente que por muito que se esforce por obter os seus objectivos, fica aquém das suas expectativas.
É a dura realidade, que por vezes devia ser alterada.
Bom fim de semana Manuel *

12:22 da tarde  
Blogger mundo azul said...

Quanta verdade na bela singeleza dos seus versos!


Beijos de luz e um domingo muito feliz!!!

6:14 da tarde  
Blogger ángel said...

Hermosas palabras con la suavidad de un arcoirisi que se enciende desde el oscuro fin de los colores.



Saludos...

7:03 da tarde  
Blogger Renata Maria Parreira Cordeiro said...

Por motivos horríveis que não pude contornar, fui obrigada a fazer um post cala-boca. Pegue suas flores, não é preciso ler tudo.
Um abraço,
Renata
wwwrenatacordeiro.blogspot.com

8:16 da manhã  
Blogger marina said...

hay almas para toda la paleta cromática...
y soledades luminosas también las hay...

saludines,

8:30 da manhã  
Blogger Angela Ladeiro said...

Lindo poema. É verdade quando se diz que Portugal é um país de poetas! Não é no entanto o meu "Dom" natural...Obrigada pela visita e pelos parabéns, que bem mereço!!!

6:01 da tarde  
Blogger freefun0616 said...

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3:45 da tarde  

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