sábado, junho 01, 2013

NA ALCOVA

Envolta em rendas de alvejante linho,
N'aquele ambiente calmo e perfumado,
Desfeita a trança, o corpo abandonado,
Ela dormita no macio linho.

Beija-lhe o corpo escultural, de arminho,
Do sol, que espreita como um namorado,
Um laivo quente de paixão doirado
E a carne treme ao sensual carinho.

Ondulam rendas sobre o vasto leito,
A estátua vibra já palpita o peito,
Desfaz-se o sol em luminoso pó:

Desperta a flor, enfim e suspirando
O frio leito vê vazio e brando
Enquanto os lábios seus murmuram _ Só !...

Carlos de Pina Machado

6 Comments:

Blogger Katina said...

Hola¡ tu poema me traslada a una primavera ,gracias.

12:42 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Muito belo...

Continua a procurar coisas bonitas como este poema...

Beijo amigo...

Alice

10:11 da tarde  
Blogger Cristina Cebola said...

Belo e leve...grata por partilhar...:)

11:20 da tarde  
Blogger La Gata Coqueta said...



Llena tu mente de bellos pensamientos
y deja que ellos trabajen en tu corazón,
pintando un interior de alegría,
para que aflore en el espejo tus ojos
la más bonita de las sonrisas.

Te deseo tengas un hermoso
comienzo de semana.

Esta amiga que te quiere y aprecia!
María Del Carmen



9:29 da manhã  
Blogger La Gata Coqueta said...



A ti que estás leyendo esto, te dejo las siguientes menciones...
Que tengas un fin de semana colmado de bendiciones,
para que tu corazón siga siendo un vergel de emociones.

Que a donde mires veas amor, siendo un toque de esperanza
y hacía donde camines encuentres la felicidad con templanza.

Esta que te quiere
y nunca te interfiere...
Atte.
María Del Carmen




9:29 da manhã  
Blogger Guacira Maciel said...

Olá, Manuel
Vim agradecer e retribuir sua visita e comentário.

Um belo e delicado poema - "na alcova".

Abraços,

gpoetica

9:22 da tarde  

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