CANÇÃO DA ÚLTIMA ESPERANÇA
Rompa-se o corpo e fique
O centro de seu centro.
Que então se verifique
Nua a alma lá dentro.
Mas nua nem que seja
No rictus de ironia
De uma boca que beija
Como quem se desvia.
Que só se verifique
O centro do seu centro
Se, morto o corpo, fique
Nua a alma lá dentro.
Carlos Lemonde de Macedo
O centro de seu centro.
Que então se verifique
Nua a alma lá dentro.
Mas nua nem que seja
No rictus de ironia
De uma boca que beija
Como quem se desvia.
Que só se verifique
O centro do seu centro
Se, morto o corpo, fique
Nua a alma lá dentro.
Carlos Lemonde de Macedo

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