sábado, janeiro 18, 2014

CANÇÃO AMARGA

Cavalo alado, perdido
em labirintos de estrelas:
longos caminhos de espanto,
desnudos aos quatro ventos,
fome de pura volúpia,
sede de bruma e silêncio.
Entre meus dedos trançados,
floriu o hibisco vermelho;
por ele troquei a flor
amarga do limoeiro,
olor de terra molhada,
aromas castos de feno;
deixei a saia rodada
pela túnica de efebo,
cravei agudo pinhal
na raiz do meu desejo __
por um amor desumano,
Sem razão, sem fim, nem sexo.

   Maria Manuela Couto Viana

3 Comments:

Blogger Sonhadora (RosaMaria) said...

Meu amigo

Um poema que adorei ler, não conhecia a poeta, mas escreve com muita profundidade.
Agradeço a visita e deixo um beijinho.

Sonhadora

12:34 da manhã  
Blogger La Gata Coqueta said...



Compartir la vida nos hace más felices,
compartir la alegría incrementa nuestra felicidad,
compartir nuestras lagrimas libera nuestros sentimientos de un gran peso,
compartir nuestros sueños nos brinda más posibilidades de alcanzarlos,
compartir con los demás nos abre un mundo de posibilidades incalculables...
Como incalculables son los aventajados latidos de las emociones,
que diligentes parten a reunirse con las vivencias y rimas que tu intelecto
ha expuesto para ennoblecer el espíritu de quienes las estamos leyendo.

¡Te deseo que disfrutes del comienzo de una maravillosa semana!

Un abrazo besando las brisas
Y un beso abrazando las sonrisas.

Atte.
María Del Carmen







9:58 da tarde  
Blogger gota de vidro said...


Simplesmente fantástico.

Permite uma leitura de prazer.

Gostei a valer.

Beijinho da Gota e bom fim de semana

7:45 da tarde  

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